Os riscos da quimioterapia intra-arterial incluem complicações vasculares locais, como espasmos arteriais, trombose ou oclusão relacionada ao cateter. Apesar da menor exposição sistêmica, os pacientes podem apresentar náuseas leves, fadiga e mielossupressão temporária. Clínicas especializadas em Seul utilizam fluoroscopia avançada para monitorar a administração do medicamento e a permeabilidade vascular em tempo real.
- Complicações vasculares: risco de estreitamento arterial, espasmos ou sangramento no local de inserção do cateter.
- Toxicidade local: Medicamentos oftálmicos específicos podem causar inchaço das pálpebras, ptose ou vasoconstrição da retina.
- Dor no local da injeção: Os pacientes frequentemente se queixam de queimação ou hematomas no local da injeção na virilha.
- Efeitos colaterais sistêmicos: Em casos mais leves, queda de cabelo, aftas e diminuição do número de glóbulos brancos no sangue.
Opinião dos especialistas da Bookimed: Dados de grandes centros, como o Hospital Severance, mostram que a imagem vascular é um fator crucial para a segurança do tratamento. Os principais departamentos de oncologia da Coreia realizam angiografia após cada ciclo de tratamento. Esse exame imediato permite a detecção de pequenos estreitamentos vasculares antes que se transformem em bloqueios irreversíveis ou complicações.
Opinião dos pacientes: Os pacientes enfatizam que, embora os efeitos colaterais sistêmicos sejam menos graves do que com a quimioterapia intravenosa, a sensação de queimação local durante a infusão é muito intensa. Muitos recomendam uma velocidade de infusão mais lenta para aliviar esse desconforto de forma eficaz.