Os oncologistas israelenses determinam a elegibilidade para o Keytruda avaliando biomarcadores tumorais, tipos específicos de câncer e resultados de tratamentos anteriores. Eles priorizam o perfil genético e os níveis de expressão de PD-L1 para confirmar que a terapia será eficaz. Os médicos também verificam se o paciente atende aos critérios rigorosos descritos na cesta nacional de saúde.
- Testes de biomarcadores: Os médicos exigem evidências da expressão de PD-L1, geralmente em limiares de 1% ou 50%.
- Perfil genético: A elegibilidade geralmente depende da alta instabilidade de microssatélites (MSI-H) ou alta carga mutacional tumoral (TMB-H).
- Indicações de câncer: O tratamento é geralmente aprovado para melanoma avançado, câncer de pulmão de células não pequenas e HNSCC.
- Histórico de tratamento: Para alguns tipos de câncer, os pacientes devem primeiro mostrar resistência à quimioterapia padrão ou à cirurgia.
Visão do Especialista Bookimed: Especialistas israelenses frequentemente combinam a prática clínica com a pesquisa genômica para refinar a elegibilidade. Por exemplo, o Dr. Ari Raphael, no Sourasky Medical Center, atua como investigador principal em ensaios clínicos com Keytruda. Esse papel duplo permite que os médicos usem a interpretação de NGS e estudos de células T para identificar a elegibilidade de pacientes que podem não atender aos critérios padrão. Consultas com especialistas como a Dra. Irina Stepfansky, a partir de US$ 750, geralmente incluem revisões de oportunidades em ensaios de fase I-III.
Consenso dos Pacientes: Os pacientes observam que ter resultados claros de testes genéticos, como o FoundationOne, é essencial para evitar a negação do tratamento. Eles frequentemente descrevem um período de espera para a aprovação do comitê, mas notam que níveis elevados de PD-L1 aceleram o processo. Muitos sentem-se aliviados pelo fato de os médicos também considerarem o uso compassivo para casos complexos quando os critérios padrão não são atendidos.