Neurologistas e neurocirurgiões turcos identificam candidatos à VNS por meio de uma revisão multidisciplinar de casos de epilepsia resistente a medicamentos. Especialistas confirmam que os pacientes não responderam a pelo menos dois medicamentos antiepilépticos escolhidos adequadamente. A avaliação inclui monitoramento de vídeo-EEG e neuroimagem para garantir que a cirurgia cerebral ressectiva não seja uma opção curativa viável.
- Monitoramento de epilepsia: Os médicos usam vídeo-EEG de 24 a 72 horas para mapear os padrões e a frequência das convulsões.
- Protocolos de imagem: Ressonâncias magnéticas ou tomografias computadorizadas descartam lesões estruturais removíveis ou tumores cerebrais.
- Triagem psicológica: Comitês independentes avaliam a função cognitiva e a estabilidade mental antes da implantação do dispositivo.
- Avaliação física: Os cirurgiões avaliam a circunferência do pescoço e o IMC para um acesso seguro ao nervo vago.
Perspectiva do especialista da Bookimed: As clínicas turcas utilizam neuroengenheiros e conselhos multidisciplinares para verificar a candidatura, envolvendo frequentemente professores com credenciais internacionais. Por exemplo, o Dr. Ilhan Elmaci, no Hospital Istanbul Florence Nightingale, realizou mais de 100 procedimentos de VNS e treinou na Johns Hopkins. Esse nível de especialização permite uma seleção precisa de candidatos, particularmente para casos complexos de epilepsia refratária, onde a neuromodulação paliativa é o caminho mais seguro a seguir.
Consenso dos pacientes: Os pacientes observam que o processo de avaliação é completo e envolve muitas etapas, como o uso de um monitor cardíaco para verificar os riscos de proximidade com o nervo. Eles apreciam a rapidez com que a equipe de coordenação realiza os testes de EEG obrigatórios em comparação com seus países de origem. Muitos se sentem tranquilos quando neurologistas especializados explicam que seus mapas de atividade cerebral agora apoiam o avanço com o estimulador.